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28 de janeiro de 2014

O que a vida ta me pedindo (implorando!!)...

Boa!

Desde que esse (ultimo) fim de semana começou (ou seja, na sexta), que eu só observo o que a vida ta me pedindo, os movimentos...
Na sexta, fui na terapia (como boa moça complicada que sou), ouvi umas verdades, e voltei pra casa pensativa, tentei corrigir umas posturas minhas, mas não sei se deu muito certo, só sei que me tranquilizou, me trouxe leveza, e isso é o que me importa, certo?!

A noite, jantei com um irmão, dei boas risadas, encontrei amigos muito queridos, bebi, dancei, dancei e dancei... Fui curtindo a noite, despretensiosamente, e vejam vocês... Só cheguei em casa com o sol raiando (coisa que eu ainda não tinha feito esse ano!!). Mas o mais legal foram as conversas;
Ainda cedo (antes de entrarmos na madrugada), pergunto para uns amigos: "Se eu ficar com vocês e seguir para onde vocês resolverem ir (repare o medo da pessoa de "fugir" de sua zona de conforto!) vocês cuidam de mim?!" A resposta imediata: "Minha irmã velho, a gente não cuida nem da gente!! Mas fique aí vá, vai dar tudo certo." Fiquei. E não me arrependi nem por um segundo! Com o dia amanhecendo, agradeço aos amigos pela noite divertidíssima e o seguinte diálogo rola: Eu - "Minha gente que noite massa! Bom isso de não esperar nada, e acabar rolando coisas boas!" Meu amigo - "Mas a vida é isso né?! É muito mais gostoso quando não se espera nada." E não é que é verdade?! ;D

O que a vida tá te dizendo? Foto: Viagens do Zacarías.
No sábado, após passar uma tarde em família agradabilíssima, já estava em casa, jogada no sofá, de pijama, tomando chá de capim-cidreira, quando, uma amiga manda uma mensagem:
"Chego na tua casa em 5 minutos, tas pronta? Vamos pro bar." Rá! Vesti a primeira roupa que encontrei, retoquei o perfume e parti!
Novamente, ZERO pretensão para uma noite de sábado, e vejam só, tive uma noite de risadas, conselhos, filosofias, algumas garrafas de cerveja, comida apimentada e cupcake! Por volta das 3h da manhã cheguei em casa, plena.

Aí bem... Chega o domingo, aquele dia naturalmente despretensioso, que já nem se apresenta assim com tanta disposição para fazer você sair da cama... Almocinho em família, normal. Fim de tarde com a amiga/alma-gêmea que me intima à acompanha-la para o show dos amigos e para o ensaio do maracatu. Fui. E aí, você já deve estar imaginando o que aconteceu, sim, foi incrível! Brega, risadas, banho de chuva, encontros, frevo, banho de chuva, cerveja gelada, maracatu, banho de chuva, fotos, lanche... E casa as 22h!
Que delícia!!!

Aí hoje eu, sorridente, leve, tranquila, concluo: "Ok vida, já entendi. ZERO expectativas, permitir-me é a lei!"

Boa semana! Beijo no coração!


14 de janeiro de 2014

Sem conexão...

Boa noite.

Infelizmente (ou não) só consegui sentar na frente do computador pra escrever qualquer coisa, agora. Vou contar-lhe porquê:

Passei o dia inteiro (até as 18h aproximadamente) sem internet, sem linha telefônica (fixo) por causa de (mais) uma falha técnica da GVT na região em que moro.
Daí que, eu começo a me analisar, e perceber nitidamente o quanto to ficando doida. (É, doida!).
Volta e meia tendo a falar dos outros, e do quanto as pessoas tem ficado reféns das conexões (na verdade, não só eu ando falando sobre isso, né?), mas é um acontecimento da contemporaneidade, e objeto de estudo da geral (vocabulário show esse meu!!).

E perceber que EU começo a desenvolver uma relação de "dependência" dessa coisa toda, me assusta. Juro.

O "lado bom" desse tipo de situação é que passo a refletir sobre outros aspectos (aspectos esses que ficam "esquecidos" enquanto "me torno refém" da rede.)...
Na real, não vou pagar de pregadora do "Vamos contemplar o dia!", "Passear com o cachorro enquanto tamo sem internet.", "Ajudar a mãe nas tarefas domésticas.." (Esse ultimo eu fiz!! Só não saio pregando sobre.)... Eu sou gente de carne e osso, e fico ansiosa (pra caralho!) quando não estou conectada com as pessoas que quero estar conectada (nem que seja só pra saber qual foi a ultima atualização da amiga que mora fora!), mas sou do pensamento do "nada é por acaso", sim! E se eu "precisei" passar a maior parte do dia off-line, foi para que eu percebesse, entre outras coisas, que existem outras formas de estar "conectada" com quem de fato se quer estar conectado... E isso é uma via de mão dupla.

Portanto, quando a internet se restabeleceu me peguei pensando... E a conexão? (Entende?)
Não vou explicar, desculpa.

Já fui melhor em encontrar imagens... Hoje não to boa nisso não. =x

Um beijo por uma vida com mais conexões, independente da internet funcionar. ;*

13 de janeiro de 2014

Ansiedade.

Boa noite, fim de semana foi bom? (Por aqui tudo ótimo.)

Então, estava eu aqui pensando sobre o que escreveria, e confesso que são tantos os pensamentos que tomam minha cabecinha, que fico perdida, entro num leve colapso... São tantas coisas que leio e penso que dão bons "panos pra manga" que quando vai chegando o fim da tarde entro num processo de ansiedade...

Aí tento dar espaço pra inspiração, e para o que deve ser partilhado aqui neste momento...

Pedi para um amigo (muito querido!!)  para usar as imagens/ilustrações dele aqui no blog, e ele topou! Aqui o link das viagens dele.

Dei algumas chances para inspiração, mas ela insistiu nessa danada, nessa agonia, sintoma, característica, buraco, expectativa, que todo mundo tem, uns mais, outros menos, mas que em algum momento a gente reconhece esse sentimento como gerador de atitudes, pensamentos, comportamentos abruptos ou frustrações... Já dei a dica né? To falando da Ansiedade.

Eita que tem horas que eu penso que isso não é de Deus não (brincadeira, to brincando!), mas sério, pense na quantidade de transtornos que essa danada pode provocar numa criatura (eu) quando não é bem dosada, reconhecida, trabalhada...

Eu confesso, sou ansiosa, muito menos do que já fui um dia (juro! Quem me conhece ta aí pra testemunhar.), mas ainda sim ansiosa. E vou dizer aqui o que me ajuda, de verdade, a controlar e inclusive entender meus processos de ansiedade;

1. Ler. Apesar de não ser um habito (infelizmente), tenho me condicionado a ler pelo menos um livro por mês, mesmo que seja pequeno, mesmo que seja para fins acadêmicos, um livro por mês, ler me faz esquecer de qualquer outra coisa.
2. Música. A música, principalmente as clássicas mesmo, orquestradas, leves, dessas que tem finalidade meditativa, me ajudam bastante a focar minha atenção no que precisa ser feito, desde novinha, ouvir uma musica tranquila me ajuda a estudar (Tem gente - Minha mãe -  que nunca entendeu como eu posso ouvir música e ler ao mesmo tempo, mas funciona comigo.). E as vezes só ouvir a música como única atividade funciona bem também!
3. Meditar. Ainda não conseguir atingir uma concentração necessária para um bom desempenho da meditação, mas só o tentar já me ajuda a "esquecer" da ansiedade. (Tenho lido umas instruções e técnicas budistas bem interessantes, depois coloco por aqui.)
4. Escrever. Recentemente percebi que escrever me acalma, e nem digo o escrever aqui nesse blog (claro que é incrível também, trabalhar esse meu lado "blogueira", comunicadora... Enfim.), mas o escrever numa folha de papel, escrever uma carta (mesmo que para você mesma ler depois), "materializar" seus pensamentos, angústias, ansiedades. Ajuda, vá por mim, ajuda mesmo.
5. Terapia. Sério mesmo, qualquer terapia em que você se encontre, que possa ajudar você a se enxergar, se reconhecer quanto parte de um todo, e do quanto esse "todo" mexe com você. Eu fiz por boa parte da minha adolescência a psicoterapia tradicional, com psicóloga (e é claro que vou defender esta classe, como boa aspirante a psicóloga!!) divã e tudo mais. Hoje faço uma mais holística, mas que tem feito uma diferença bem significativa, tem me proporcionado, através de meu auto-conhecimento, uma força, que eu desconhecia, para encarar principalmente meus processos de ansiedade/insegurança.

Penso que essas 5 "dicas" já estão de bom tamanho, até por que se eu colocar mais alguma coisa aí vai começar a soar essas matérias de auto-ajuda que a gente sabe que na vida real é difícil pra porra uma pessoa conseguir realizar, ou ela é rica, muito rica, e não precisa se preocupar com NADA só em controlar sua ansiedade, ou é mentira.

Aí assim, enquanto eu escrevia aqui pro blog eu ouvia isso aqui ó: Takenobu. Entra aí no link e dá uma conferida, me ajuda a concentrar.
E quando eu só quero desencanar, não pensar em nada, é de uma música assim que eu preciso: Ich tu dir weh. (Legal reencontrar essa banda...)

Ah! Enquanto pesquisava para a postagem, achei essa matéria, é bonitinha, bem interessante com dicas para trabalhar a ansiedade, tem umas coisas que ainda não condizem com minha realidade, mas todas são bem coerentes: 25 maneiras de controlar a ansiedade.

Vou finalizar por aqui, por que já me estendi muito (e já me atrasei também!).

Pra você que leu até aqui, um abraço bem apertado, desses que afasta qualquer pensamento ansioso!!
Beijo!


9 de janeiro de 2014

Cold War

Boa tarde!

Preciso compartilhar que estou feliz, de verdade, gosto de saber que "que não estou só", sabe como é? De escrever, ser lida, e receber mensagens de incentivo. De verdade, estou muito grata, e muito feliz! =)

Hoje eu sentei aqui na frente do computador, e sempre gosto de ler, fuçar, estudar... Ouvindo música e, não me recordo bem como, me reencontrei com a Janelle Monae (Linda, Diva, Maravilhosa...), já conheço seu trabalho, e como nada nessa vida é por acaso, ouvir sua música neste momento teve sua relevância...

Compartilho hoje, aqui no Miudezas, esse clipe (que de miúdo não tem NADA!):


A atuação dela é impecável, o clipe é de uma beleza sem igual, e a letra... (eu também disponibilizo nesse link: letras.ms/74w6 )

E então, você sabe pelo quê você está lutando?

Beijão!



8 de janeiro de 2014

O que pensam de mim?

Boa!

Me peguei pensando hoje, naquele papo que todo mundo ouve, ou conversa entre amigos, pelo menos uma vez na vida... O papo de "o que os outros pensam sobre mim e blablabla..." E quando pensei nisso, me veio imediatamente uma frase que aprendi (e inclusive, foi questão de prova!) na faculdade (de psicologia) que diz assim:

"Eu sou o que penso que sou.
Eu sou o que os outros pensam que sou.
Eu sou o que penso que os outros pensam que sou."

~Desconheço a autoria, talvez meus amigos psicólogos possam ajudar.~

Facetas de mim. Fotografia realizada para um projeto da faculdade de Design, 2007.1.


Sem mais.

Um beijo no coração de quem ler. ;*

6 de janeiro de 2014

Mapa

Mapa
Me colaram no tempo, me puseram uma alma viva e um corpo desconjuntado. Estou limitado ao norte pelos sentidos, ao sul pelo medo, a leste pelo Apóstolo São Paulo, a oeste pela minha educação.
Me vejo numa nebulosa, rodando, sou um fluido, depois chego à consciência da terra, ando como os outros, me pregam numa cruz, numa única vida. Colégio. Indignado, me chamam pelo número, detesto a hierarquia.
Me puseram o rótulo de homem, vou rindo, vou andando, aos solavancos. Danço. Rio e choro, estou aqui, estou ali, desarticulado, gosto de todos, não gosto de ninguém, batalho com os espíritos do ar, alguém da terra me faz sinais, não sei mais o que é o bem nem o mal.
Minha cabeça voou acima da baía, estou suspenso, angustiado, no éter, tonto de vidas, de cheiros, de movimentos, de pensamentos, não acredito em nenhuma técnica.
Estou com os meus antepassados, me balanço em arenas espanholas, é por isso que saio às vezes pra rua combatendo personagens imaginários, depois estou com os meus tios doidos, às gargalhadas, na fazenda do interior, olhando os girassóis do jardim.
Estou no outro lado do mundo, daqui a cem anos, levantando populações… Me desespero porque não posso estar presente a todos os atos da vida.
Onde esconder minha cara? O mundo samba na minha cabeça. Triângulos, estrelas, noites, mulheres andando, presságios brotando no ar, diversos pesos e movimentos me chamam a atenção, o mundo vai mudar a cara, a morte revelará o sentido verdadeiro das coisas.Andarei no ar.
Estarei em todos os nascimentos e em todas as agonias, me aninharei nos recantos do corpo da noiva, na cabeça dos artistas doentes, dos revolucionários.
Tudo transparecerá: vulcões de ódio, explosões de amor, outras caras aparecerão na terra, o vento que vem da eternidade suspenderá os passos, dançarei na luz dos relâmpagos, beijarei sete mulheres, vibrarei nos cangerês do mar, abraçarei as almas no ar, me insinuarei nos quatro cantos do mundo.
Almas desesperadas eu vos amo. Almas insatisfeitas, ardentes. Detesto os que se tapeiam, os que brincam de cabra-cega com a vida, os homens “práticos”… Viva São Francisco e vários suicidas e amantes suicidas, os soldados que perderam a batalha, as mães bem mães, as fêmeas bem fêmeas, os doidos bem doidos. Vivam os transfigurados, ou porque eram perfeitos ou porque jejuavam muito… viva eu, que inauguro no mundo o estado de bagunça transcendente.
Sou a presa do homem que fui há vinte anos passados, dos amores raros que tive, vida de planos ardentes, desertos vibrando sob os dedos do amor, tudo é ritmo do cérebro do poeta. Não me inscrevo em nenhuma teoria, estou no ar, na alma dos criminosos, dos amantes desesperados, no meu quarto modesto da praia de Botafogo, no pensamento dos homens que movem o mundo, nem triste nem alegre, chama com dois olhos andando, sempre em transformação.
~Murilo Mendes~
~
Sou grata a uma linda flor, que me presenteou com esse poema e com sua amizade. =)
[Beijo pra Tu Eli!]
Beijo pra você que leu também!
Boa semana!

2 de janeiro de 2014

O peso que a gente leva...

Feliz ano novo!! =)

Mais de um ano sem aparecer, na verdade quase dois anos sem dar as caras por aqui. Muitas coisas, muitas coisas aconteceram... Porém elas não vem ao caso neste momento.
O que acontece é que, reveion (tá errado, eu sei, mas gosto de escrever assim. Beijo.) passou, 2013 acabou, e um novo ciclo se inicia...
Hoje, ao acessar meu e-mail para uma faxina básica, me deparei com a mensagem a seguir, e esta me despertou uma vontade muito prazerosa de voltar a escrever nesta página, em transforma-la, reutiliza-la, torna-la veículo de mensagens como esta.
Para contextualizar: Um dos meus objetivos para este novo ano é viajar, muito, para longe, para perto, o quanto puder (ultima viagem que fiz foi em 2011 ~ chorei. ~ Vindo de um ritmo de 5 anos com no mínimo 2 viagens por ano! ~ Nunca saí do país. ~).
E refletir sobre o peso de minhas bagagens (principalmente diante desta viagem que realizamos desde do instante que nos tornamos "vida"), se fez bem pertinente neste momento, me identifiquei muito com o texto, inclusive com a maneira de escrever.
Espero que para quem ler, também sirva como um "despertar".
~
O peso que a gente leva...
O perigo da viagem mora nas malas. Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera. Experimento na carne a verdade das palavras, mas não aprendo. Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.
Ando pensando sobre as malas que levamos...
Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças. Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas. Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.
O fato é que elas representam nossas inseguranças. Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo. Tenho medo do que vou enfrentar. Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.
Nós nos justificamos. Posso precisar disso, posso precisar daquilo... Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado? As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez? Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada. É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence. E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É consequência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.



Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos.. .
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro.

Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.
~
Obs.: No e-mail que recebi, constava como sendo de autoria do Pe. Fábio de Melo, não conheço a veracidade desta informação, nem os trabalhos do Padre, mas deixo aqui registrada minha gratidão pela mensagem ao autor.
E para quem encarou ler até aqui, meu muito obrigada também.
Paz, luz e um forte abraço nesta viagem!

16 de junho de 2011

Medinho

Nem combina muito comigo isso de ter medo (não é falsa modéstia), eu geralmente dou a cara a tapa em várias situações da minha vida, eu sou de pagar pra ver... Até o assunto envolver uma paquera, uma sequerência (como costumo dizer entre amigas), aí a timidez e a insegurança (natural de menina) tendem a tomar conta de mim, e o medo tenta me tomar.

De quando eu era Ruiva. =]

Quando eu digo que sou tímida ninguém acredita. Ah cara, eu até brinco que sei sensualizar, quando estou entre amigos, entre os meus, aí pago de bem resolvida, de esclarecida, me acho uma boa conselheira... Mas em casa de ferreiro... Eu falo muito bem, mas quando é comigo. =x Eu travo.

Isso tudo é pra dizer que ta rolando um medinho de tomar um toco, em outras palavras: Levar um fora, um Não. (Ui!)

Tomara que em breve a coragem vença o medo e eu consiga por meu desejo em prática. Afinal eu sempre digo que "É melhor sofrer na certeza de ter tentado, do que viver a eterna angústia de não saber como teria sido." ;D Tb sou poéta, tas pensando que é bagunça é?! =P~

No mais... é aquela correria, fim de período, projetos, trabalhos.

Beijos.

5 de junho de 2011

Tudo é violento, Tudo é brilhante.

Bom, depois desse fim de semana cheio de acontecimentos, termino ele com uma sensação estranha, uma confusão de sentimentos, de vontades.
Uma angústia por saber que poderia ter feito melhor. =x
A alegria de um objetivo parcialmente atingido! \o/
Uma tristeza por não saber ao certo o que acontece na cabeça do outro.
Alguns encontros felizes.
Alguns desencontros que... sei lá. Vai ver era pra ser.
A certeza de que sempre terei a companhia, o ombro, um telefonema de uma amiga querida.
O conforto de poder confortar um amigo.
A incerteza de saber o que seria bom pra mim agora...

Nossa... Passaria a noite toda listando esses sentimentos que me tomaram em 2 dias. MAS...

A vida continua, e essa semana que se inicia não será das mais fáceis; Entrega e apresentação de 3 projetos (bem diferentes!) importantes para a minha graduação; Reunião, metas, cobranças e cartas na mesa... Além das confusões naturais dessa cabecinha que vos escreve.


"A gente sempre foi assim..." MOURA, Kamila (2011). =]

Espero que tudo corra bem para todos nós...

Beijo. (Sugestão de som!)

30 de maio de 2011

Páginas arrancadas

Eu sempre falei, pra quem me conhece, que a minha vida é um livro aberto (hoje é um facebook, um twitter e até um blog escancarados!). =P Eu sempre fui assim, clara, direta, explícita. 

De fato, algumas vezes, já me lasquei com essa historia de me expor, de falar de mais da minha vida, acabo ficando sem escudos, sem defesas e vulnerável aos que querem me atingir. Eu já tentei ser diferente, mas não deu certo, eu sou assim e pronto.

Aí recentemente, umas situações me fizeram repensar sobre isso. Quando eu era adolescente eu usava roupas ridículas (que achava ótimo na época), ia para lugares que hoje não frequento mais, falava e fazia coisas que condiziam com a fase, com a situação. Posso até me envergonhar, mas negar, não.

Eu fiz, eu vesti, eu falei, eu ouvi, eu frequentei SIM! E foi por ter passado por essas coisas, pessoas e lugares que hoje eu sou quem sou, e tenho orgulho da pessoa que tenho me tornado. (afinal é um eterno processo de aprendizagem né?)

Olha, as únicas opniões (em relação a mim, e meus comportamentos) que realmente me importam, são as dos meus familiares. Se eu sei que NUNCA fui motivo de vergonha para eles, eu to ótima, eu to feliz e pronto. Todos me aceitam e me entendem como eu sou, com a história que eu construo.

Isso tudo é pra dizer, basicamente, que EU não gosto (prontofalei!), de quem nega certas coisas do seu passado, não gosto mesmo. É o que isso? HIPOCRISIA! Eu não deixo de ser o que eu sou hoje, por que no passado eu dancei, eu bebi, eu frequentei certos lugares. E por NINGUÉM eu negarei os caminhos que me fizeram chegar até aqui.

Beijo, e uma linda semana sem vergonha de ser feliz! =]

Pra ouvir enquanto lê!


 

25 de maio de 2011

Hipocrisia

s.f. Vício que consiste em aparentar uma virtude, um sentimento que não se tem.
Fingimento, falsidade.



Era exatamente essa palavra que eu procurava!
Beijo.



21 de maio de 2011

Fofoletinha do cão

Hoje eu to bem humorada! \o/



E como eu tenho muitos amigos homens (queridos e amados!!), eu preciso compartilhar com as pessoas esse drama real, que rola aqui na minha cidade (deixemos de hipocrisia!), a Mulher feia.
Não estou dizendo que SÓ tem mulher feia por aqui (até por que eu tenho amigas gatas, e modéstia à parte eu não sou de se jogar fora!), mas que tem MUITA tem! =O

As bixinhas... Num vou falar mal de ninguém. =x

Vou só mandar essa musiquinha simpática e real que uns amigos lindinhos tocam/cantam em seus shows:
Reparem na letra, e se quiserem ouvir clica aqui!


Fofolete do Cão

Faringes da Paixão


Conhecer mulher feia é o destino de todo homem

Um dia vai te acontecer, pode crer, campeão!
Vai ser um ninja, um dragão
um double ou um canhão
Uma trepeça, derrota, um samurai
Ou uma fofolete do cão...
Fofolete do cão...
Tomar cuidado não vai ser suficiente
Ela vai te pegar ela conhece muita gente
Os seus amigos não vão poder te ajudar
E certamente você não vai escapar
Da fofolete do cão...
Fofolete do cão...
Pra quem foi pego só resta uma solução
Beber até morrer ou então
Viver eternamente sofrendo retaliação
Vestindo a camisa do bloco
Da fofolete do cão...
Fofolete do cão...
É meu conselho, eu também já fui pego
Venha comigo e exorcize o seu ego
Pra nunca mais ter que se ver atormentado
Fuja meu amigo! Ou vai ser encurralado
Pelo monstro mais horrendo que é
A fofolete do cão...
Fofolete do cão...

Um Beijinho e um fim de semana bem lindo! =D

10 de maio de 2011

Saudades Distintas

Lá vem eu com a minha mania de contextualizar; Essa semana tá uma loucura, mas to bem, acho que vou sobreviver e sorrir, quando ela acabar. Neste momento eu estou exausta, mas já fazem uns dias que ando pensando sobre isso e hoje, vou tentar escrever o que tem passado pela minha cabecinha bagunçada.

Escrever sobre saudades nem sempre é fácil... mas vamos lá.
Ultimamente não tem sido fácil me concentrar aqui em casa (por vários motivos que não vêm ao caso agora), daí eu fico lembrando, pensando e sentindo muitas saudades, da tranquilidade que era viver lá na cidade fria (Curitiba), de como eu conseguia fazer tudo que me propunha sem maiores aperreios, lá até rolavam uns estresses com os pratos na pia, ou com as coisas fora do lugar, mas nada fora do normal, era coisa que logo se resolvia. E quando qualquer um dos moradores pedia silencio, ou privacidade, dificilmente esse era interrompido. Mas aí eu me lembro, que enquanto eu estava lá, eu sentia saudades daqui... É aí que eu quero chegar. Deu pra perceber como eu to falando de duas saudades diferentes? oO

Pois é...

Quando eu estava lá, eu tinha uma vida tranquila, sem aperreios, e tudo o que me atormentava era a falta "dos meus", era a saudade de um abraço amigo, de um almoço em família, de uma cerveja gelada ao cair da noite, de um programa sem combinações prévias com uma amiga...

Agora eu to sentindo muita saudade, do silencio do apartamento (mesmo com todos os moradores estando em casa), da padaria deliciosa que ficava na esquina de casa (e era 24h!), das tardes de ócio compartilhada com um filme e todos esparramados no chão da sala...

E também tem aquela saudade dos que estão longe de você, sabe? Saudade de uma grande amiga que ta do outro lado do mundo, saudades dos amigos e familiares que estão espalhados pelo mundo todo, e que só Deus sabe quando você os terá por perto.

Ah! E quase me esqueço da saudade do passado, da infância, aquela saudade de algo que você nunca mais vai ter novamente.

Como é que a gente faz com todas essas saudades?!

Eu tenho andado bem angustiada, por que parece que eu nunca vou tá satisfeita, aqui eu tenho coisas boas, pessoas lindas, tenho família, mas longe daqui eu tenho sucesso, sossego, estabilidade.

Eu só tento não deixar a saudade (de todos os tipos!) tomar conta de mim, ela "boa" em doses moderadas, pois nos faz pensar no caminho que estamos traçando, e por onde já passamos, mas se ela tomar conta, você corre o risco de deixar passar coisas, pessoas, e oportunidades que podem nunca mais voltar.

Acho que já escrevi demais. Preciso, realmente, ir dormir.
Boa noite, e tenham saudades com moderação. ;)



Ps.: Sim, essa sou eu! Quando eu nem sabia o que era saudade. =]

5 de maio de 2011

Relações (In)Sustentáveis

Lá vem eu...

Na verdade hoje eu só queria relatar um acontecido recente durante uma aula minha lá na faculdade, para a vossa reflexão.
Só pra contextualizar; eu estudo Design (tô no 5º ano, tô terminando!), e essa aula é bem teórica, onde a gente lê uns textos bacanas e discute, com o intermédio da professora (que é bem fodona lá) assuntos vários, que se relacionam de alguma forma com o Design, como antropologia, filosofia, história, e nesse dia discutíamos a sustentabilidade e o papel do Designer diante disso, diante da sociedade, e a responsabilidade desse profissional ao produzir novos artefatos para a sociedade (bem cabeça o papo, tas pensando que Design é bagunça é?! =P).

Daí foi assim, a gente tava lá debatendo, eu expus o meu ponto de vista, falei do que eu acredito ser o papel do Designer e tal, e como qualquer debate, houve os que discordaram, que disseram que o meu ponto de vista era utópico e que o Designer é um profissional individualista (¬¬', sim eu ouví isso de uma estudante de Design!), ouví ainda que pra quem trabalha com Moda (PORQUE AS PESSOAS ESQUECEM QUE DESIGN DE MODA É DIFERENTE DE MODA!!), a sustentabilidade não conta, por que o que importa é o que está em alta, o que é tendência, e que não pode preocupar-se com o processo, só com o produto final (¬¬), aí outra bela criatura finalizou (pra mim, pelomenos, por que depois disso eu não ouvi mais nada, fiquei em estado absoluto de choque) dizendo assim "Ah! E a gente ainda tem que lembrar que TUDO QUE É SUSTENTÁVEL É FEIO." Eu juro pelo o que vocês quiserem que ela falou isso, exatamente com essas palavras.

REFLITAM! /o\

(Ai... só de escrever esse texto eu já fiquei agoniada.)
A professora até corrigiu algumas pessoas e intermediou o debate de forma saudável, ela (sem dúvidas!!) percebeu que rolou um clima meio pesado, daí ela deu uma finalizada lá. Enquanto a mim... Acho que nunca mais vou abrir a boca quando for para "debater" com essas pessoas, quando eu falo é como se eu tivesse falando apenas com a professora.

Bom, eu acredito que sustentabilidade não é um assunto que cabe apenas aos designers, cabe a sociedade, ao cidadão que se preocupa com o amanhã, por isso eu trouxe essa miudeza pra cá. Vamo falar minha gente! Vamo discutir e agir em pro de um mundo e de relações mais sustentáveis!!

Pra finalizar, eu to tentando estabelecer uma rotina nesse blog, enquanto eu to só. E to tomando folego pra escrever em outro blog bem bacana, mas pra lá eu quero ser aquela que só fala sobre "x assunto" saca? Vamo ver do que vai dar... =)

Beijão e até mais povo!

4 de maio de 2011

Questões públicas.

Me ocorrem alguns questionamentos, gostaria de compartilha-los...


Mais uma vez as chuvas estão atormentando cidades aqui do Nordeste, falo principalmente das do interior de Pernambuco. Eu vivo aqui, na capital, mas estudo à 135km do Recife, em Caruaru, onde ontem fui assistir aula, e nunca senti tanto medo de ficar isolada por causa da água, a cidade está tomada, os rios enchendo, todo o percurso da BR 232 (entre Recife e Caruaru) está bem complicado.
A Defesa Civil do estado, tem trabalhado, até agora, de forma impecável, já retirou as famílias ribeirinhas das zonas de alagamento, salvando suas vidas: "Segundo a Defesa Civil Estadual, a estimativa é de que cerca de 17,5 mil pessoas estejam fora de casa no estado." (Fonte Portal G1). Aí eu pergunto, todo ano vai ser isso? Por que não é a primeira vez que isso acontece. E essas famílias (massa que ta todo mundo vivo, isso é foda!) vão ter que recomeçar todo ano? Montar suas casinhas e juntar suas coisinhas, pra água vir e levar tudo de novo? Graças a Deus, eu nunca passei por nada parecido, mas eu imagino a angústia dessas pessoas, de não ter o seu cantinho, suas coisas, e ficar vivendo de "favor" por tempo indeterminado... Sei não viu, deve ser MUITO foda.


Eu estava conversando com uma amiga, agora pouco, e comentávamos sobre essa situação; Ela falou que achava que a galera era burra e tal de voltarem a fazer suas casas no mesmo lugar que alagou, sabendo que correm o risco de alagar tudo de novo - Para inserir você, leitor, no contexto, essa galera das cidades afetadas são em sua maioria pequenos produtores agropecuários, vivem daquilo que produzem e priu. E já vivem nessas regiões ribeirinhas há muitas gerações. - Daí eu disse: "ah cara... são pobres, eles só tem aquele lugar pra viver, eles precisam ser orientados, precisam de atitudes de quem governa, de quem manda, eles sempre viveram alí.". Ela concordou, e frisou que o problema é justamente a falta de atitude dos governantes, e que a população precisa ser orientada. 


O que me angustia, é o sofrimento desse povo, é ter de recomeçar do zero, é ter que, literalmente, esperar a chuva passar e a água baixar pra voltar pra casa. Até quando vai ser assim? O que realmente pode ser feito? Eu não sei, eu entendo muito pouco (quase nada) de administração pública, mas tenho sempre a sensação de que tem alguém tirando vantagem da desgraça alheia, posso estar enganada, espero estar enganada.

Bom era desse problema, nada miúdo, que eu queria tratar, acho que não tenho muito jeito para lidar com assuntos nos quais não domino, mas só em compartilhar o que me incomoda eu já me sinto um pouco aliviada.

Vamos pensar no que pode ser feito, e acho bacana o lance de olharmos o entorno, e não só o nosso umbigo, ou o que nos atinge diretamente.

Beijo. Até mais. 

14 de abril de 2011

Preguiça

"É tanta hipocrisia, é tanta gente vazia, é tanto assunto inútil que eu ando com preguiça de conhecer pessoas."


Lí isso hoje. Agora, pra dizer a verdade.


Super me representa agora.
Eu to bem, juro. Sou até uma pessoa legal, mas realmente ando com essa preguiça de conhecer pessoas.


Beijo para os que eu já conheço e são lindos. =)

22 de março de 2011

Pré conceito.

Gosto disso não, na moral.
Desde sempre que somos (pré) julgados onde chegamos,  por pessoas com as quais nunca nem trocamos um "oi". E aí eu digo, NÓS TAMBÉM PRÉ JULGAMOS, mesmo que sem querer; "Nossa por que ela vestindo aquilo?! Ridiculo.", "Ai quero ir não, acho que não vou gostar de lá, só deve ter gente chata.", "Quero nem ouvir, deve ser bizarro o som desse povo.", e por aí vai... (Cada um deve ter aquele exemplo que se identifica!)


Daí que, quando eu era criança/adolescente, tentando encontrar a minha identidade (não que eu já tenha encontrado), os "rótulos" que eu recebia das pessoas, antes delas me conhecerem, eram sempre baseados em nada (tipo em nada mesmo!), e não era bom depois de um tempo ouvir dessas pessoas coisas do tipo, "Ai tu tem uma cara tão feia que eu tinha medo de falar contigo" ou "É que tu não é feito a gente e tal, por isso que a gente nem falava contigo" ( ¬¬' ). É eu sempre fui assim, meio patinho feio. 
Quem me conhece hoje ainda diz que a minha cara não é das mais simpáticas (mas eu juro que me esforço, eu tenho essa cara amarrada mesmo, paciência!), mas logo descobrem que eu posso ser mais chata do que aparento. ( =D ) Não, falando sério agora, é muito chato isso, não é não? É por isso que hoje em dia eu tenho sido defensora da ideia de não pré julgar ninguém. 


Tenho passado por uma situação lá na faculdade de geral falar mal de uma professora, no começo fiquei meio receosa de que essa mulher fosse a bruxa que tão me dizendo (não sou advogada do diabo não, longe de mim!), mas pra mim, ela tem sido uma pessoa bacana, sério uma pessoa que tá se esforçando para cumprir o seu dever como professora, como orientadora, como alguém com mais experiência que qualquer um de nós, jovens graduandos. Foi por causa dessa situação que me deu vontade de falar sobre isso hoje.


Já fui mais assim, preconceituosa com tudo e todos, mas to aprendendo a conviver com tudo e todos  respeitando suas diferenças e variações, e tentando extrair as vantagens de se conhecer um pouco de tudo e de todos. Acho que todo mundo já deve ter sentido na pele, como é chato não ser bem aceito, e nem entender por que isso aconteceu, assim como também acho que todo mundo já deve ter feito isso com alguém, mesmo que sem a intenção de ofender o próximo.


Eu até tenho outras situações que poderia citar sobre esse assunto, afinal eu sou mulher, nordestina, morei só (com rapazes), estudo design (ainda sou graduanda com muito orgulho! Por que tem Doutor que acha que isso é ser um nada!!), já fui apontada como gay (não sou, e de verdade amo os amigos gays que tenho!), já fui "menina de igreja", enfim... Acho que deu pra desabafar essa miudeza que nos cerca, e que hoje tava me agoniando.


Beijos, e me desculpem o texto longo. 

Gripei! :/

Despertei me percebendo, olhando para o que estou sentindo e para a forma que experimento o que estou sentindo... (aff! Cabeçuda demais! Sim...