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14 de janeiro de 2014

Sem conexão...

Boa noite.

Infelizmente (ou não) só consegui sentar na frente do computador pra escrever qualquer coisa, agora. Vou contar-lhe porquê:

Passei o dia inteiro (até as 18h aproximadamente) sem internet, sem linha telefônica (fixo) por causa de (mais) uma falha técnica da GVT na região em que moro.
Daí que, eu começo a me analisar, e perceber nitidamente o quanto to ficando doida. (É, doida!).
Volta e meia tendo a falar dos outros, e do quanto as pessoas tem ficado reféns das conexões (na verdade, não só eu ando falando sobre isso, né?), mas é um acontecimento da contemporaneidade, e objeto de estudo da geral (vocabulário show esse meu!!).

E perceber que EU começo a desenvolver uma relação de "dependência" dessa coisa toda, me assusta. Juro.

O "lado bom" desse tipo de situação é que passo a refletir sobre outros aspectos (aspectos esses que ficam "esquecidos" enquanto "me torno refém" da rede.)...
Na real, não vou pagar de pregadora do "Vamos contemplar o dia!", "Passear com o cachorro enquanto tamo sem internet.", "Ajudar a mãe nas tarefas domésticas.." (Esse ultimo eu fiz!! Só não saio pregando sobre.)... Eu sou gente de carne e osso, e fico ansiosa (pra caralho!) quando não estou conectada com as pessoas que quero estar conectada (nem que seja só pra saber qual foi a ultima atualização da amiga que mora fora!), mas sou do pensamento do "nada é por acaso", sim! E se eu "precisei" passar a maior parte do dia off-line, foi para que eu percebesse, entre outras coisas, que existem outras formas de estar "conectada" com quem de fato se quer estar conectado... E isso é uma via de mão dupla.

Portanto, quando a internet se restabeleceu me peguei pensando... E a conexão? (Entende?)
Não vou explicar, desculpa.

Já fui melhor em encontrar imagens... Hoje não to boa nisso não. =x

Um beijo por uma vida com mais conexões, independente da internet funcionar. ;*

3 de janeiro de 2014

Conspiração...

Boa tarde,
Hoje trago um combinado de mensagens que chegaram até mim e que soam como uma conspiração... 
Resolvi compartilha-las por que penso que eu também posso promover "conforto" para alguém que precise neste momento.



A primeira mensagem, eu lí num link de uma conhecida distante que compartilhou antes das festividades de fim de ano:

Leis de sucesso:
- Lembre-se de quem você é.
- Saia da sua zona de conforto. Confie na seqüência dos fatos.
- Seus medos são os únicos impedidores que de verdade o desviam do seu sagrado caminho.
- Sua vida é única. Você é único.
- Retorne para si mesmo. Este é o chamado de 2014.
- Leia e leve a sério as suas sensações. São elas que sempre lhe darão o caminho correto a seguir.
- Se sentir que algo não é bom não faça, não vá. Se sentir que é bom, confie, flua.
- Pensamentos posteriores, quando desviantes, sempre vêm impregnados de crenças disfuncionais. São baseados no medo da não sobrevivência.
- A sua intuição é o seu anjo da guarda. Sempre.


Essa mensagem constava num site de auto-ajuda (http://somostodosum.ig.com.br), mas achei bem pertinente tais leis de sucesso.
~
A mensagem seguinte, eu recebi de um irmão (desses que a gente escolhe, sabe?) que mora longe, mas que cada vez que nos encontramos temos a certeza de que estamos sempre juntos, e ele me mandou essa mensagem (de celular) depois de uma conversa que tivemos sobre os processos de encerramento e renovação, e todas essas coisas que envolvem todo esse "ritual" de mudanças de ciclos (não só referente à virada de ano)... A mensagem era mais ou menos assim (não vou reproduzi-la integralmente porque envolvem acontecimentos particulares, que não vem ao caso):

"Você pode lidar com a escolha do outro com a mesma dor do dia em que recebeste a notícia, ou pode lidar como um presente. Um 2014 mais livre de expectativas. Um ano novo de mais amor próprio e paixões avassaladoras... No meio disso, você pode chorar. Aproveita que tens com quem conversar quando precisar."

(Amo tanto os amigos que tenho!)
~
A terceira mensagem que trago, eu lí numa página de psicologia do facebook mas que fez MUITO sentido na hora que eu pus os olhos nela, praticamente um mantra para mim:

"Não sou mais a mesma
Eu não mudei apenas o cenário
e os meus personagens:
Eu mudei a mim,
mudei meus hábitos e comportamentos.
Decidi seguir adiante, me lançar no desconhecido.
Nada, ninguém me pertence,
mas muitos me interessam.
Nisso encontrei minha libertação..."
~Marla de Queiroz~

(Não me perguntem quem é Marla de Queiroz, não faço ideia, só fui contemplada com sua sensibilidade.)
~
Por fim, até por que já me estendi demais, uma simples frase que tem mudado a minha maneira de encarar tudo... Essa mensagem eu ouvi de um Querido amigo, que sempre me coloca diante de mim mesma, e me faz voltar pra casa intrigada...

"Você precisa de muito menos que isso para ser feliz, filha."
~Claudius~
~
Bem, é isso.
Bom fim de semana (não devo escrever no fim de semana, mas se rolar, eu apareço aqui.), muita paz.

Obs.: Ah! Eu me coloco a disposição para conversas, dúvidas, comentários, sugestões, a cerca do blog.

Sugestão de Leitura: Enquanto escrevia, só me veio a mente um livro chamado "Eu sou o mensageiro...", que lí já tem alguns anos. Como ele ficou tão insistente em minha mente, resolvi indica-lo. 

Beijo!

30 de junho de 2011

Cultura Junina!

Santo Antônio, São João, São Pedro e todos os Santos de Junho que me perdoem mas o bom mesmo dessa época ta longe da igreja!
E olhe que sou Católica praticante de tá todo domingo na missa.. 


Religiosidade a parte, o gosto bom de junho ta na cultura! Ta na comida típica, ta nas músicas, tá na cidade enfeitada e nos fogos, eu me atrevo e digo ate que ta na fumaça das fogueiras e nas festas infantis (embora saiba que tem um monte de gente que detesta isso!). Tudo isso faz muito sentido pros nordestinos né? Se algum leitor não é do nordeste e ta lendo isso aqui agora certamente ta aprendendo umas novidades, mas não deve ser do seu cotidiano junino esses dados. 






Pois é minha gente, todo mundo ta cansado de saber que o Brasil é gigante e que por isso mesmo nossas manifestações culturais sao distintas. É tudo Brasil só porque falamos a mesma lingua e somos roubados pelos mesmos políticos, por que no mais tem diferença que só a gota!! E hoje a miúdeza que me martela a cuca é justamente essa diferença toda! Por que mesmo não estando de pertinho da minha cultura junina, bairrista como sou e completamente apaixonada por Pernambuco, esses dias me incorreu o fato de que ja admitir uma cultura nova pra minha vida, vivo nela e por ela sou apaixonada. 


Posso explicar melhor: é que recebi uns amigos em minha casa em Manaus nesse feriado junino (que aqui é feriado do Festival de Parintins e depois de tagarelar loucamente sobre a cidade e tudo mais que existe aqui ouvi de um deles (que me conhece há exatos 11 anos!) eita que "Allê ta Manauara já!". Nessa hora eu parei e pensei: "Que mané Manauara! Eu sou Recifense! Pernambucana de corpo e alma rapá! Não vem pra cima de mim com essa historia de Manauara não!" Mas minutos depois... Percebi que por ser mesmo tão bairrista e tão louca pela minha cultura é que tenho essa facilidade de admirar e admitir as outras culturas, justamente porque entendo o que isso significa pras pessoas, o bem que isso faz e termino por querer que isso seja um pouco meu também. Afinal, posso não ser daqui mas tô aqui e nada mais justo que admirar e curtir a cultura local não é mesmo?!


Acontece que no fim das contas, meu são joão mal teve qualquer comida de milho ou música de luiz Gonzaga. O que teve mesmo foi Boi Caprichoso e suas toadas, vatapá amazonenses, voltinhas pela cidade abandonada, ja que todo mundo tava em Parintins, e a fumaça foi substituida pelos fogos que explodiam na entrada do Boi- Bumbá na Arena. E o melhor, a festa junina aqui é festa JULINA e está pra começar! Então ainda terei quadrilhas, cirandas e apresentações folclóricas, tudo ao bom modo nortista! 


Agora sou uma Recifense - Manauara assumida! Adoro!!


Allê

30 de maio de 2011

Páginas arrancadas

Eu sempre falei, pra quem me conhece, que a minha vida é um livro aberto (hoje é um facebook, um twitter e até um blog escancarados!). =P Eu sempre fui assim, clara, direta, explícita. 

De fato, algumas vezes, já me lasquei com essa historia de me expor, de falar de mais da minha vida, acabo ficando sem escudos, sem defesas e vulnerável aos que querem me atingir. Eu já tentei ser diferente, mas não deu certo, eu sou assim e pronto.

Aí recentemente, umas situações me fizeram repensar sobre isso. Quando eu era adolescente eu usava roupas ridículas (que achava ótimo na época), ia para lugares que hoje não frequento mais, falava e fazia coisas que condiziam com a fase, com a situação. Posso até me envergonhar, mas negar, não.

Eu fiz, eu vesti, eu falei, eu ouvi, eu frequentei SIM! E foi por ter passado por essas coisas, pessoas e lugares que hoje eu sou quem sou, e tenho orgulho da pessoa que tenho me tornado. (afinal é um eterno processo de aprendizagem né?)

Olha, as únicas opniões (em relação a mim, e meus comportamentos) que realmente me importam, são as dos meus familiares. Se eu sei que NUNCA fui motivo de vergonha para eles, eu to ótima, eu to feliz e pronto. Todos me aceitam e me entendem como eu sou, com a história que eu construo.

Isso tudo é pra dizer, basicamente, que EU não gosto (prontofalei!), de quem nega certas coisas do seu passado, não gosto mesmo. É o que isso? HIPOCRISIA! Eu não deixo de ser o que eu sou hoje, por que no passado eu dancei, eu bebi, eu frequentei certos lugares. E por NINGUÉM eu negarei os caminhos que me fizeram chegar até aqui.

Beijo, e uma linda semana sem vergonha de ser feliz! =]

Pra ouvir enquanto lê!


 

29 de maio de 2011

Meu Esquema

Ela é meu treino de futebol
Ela é meu domingão de sol
Ela é meu esquema
Ela é meu concerto de rock'roll
Nação, minha torcida gritando gol
Minha Ipanema
Ela é meu curso de anatomia
Ela é meu retiro espiritual
Ela é minha história
Ela é meu desfile internacional
Ela é meu bloco de carnaval
Minha evolução...
Galega
Tento descrever o que é estar com você
Princesa
Todos vão saber que eu estou muito bem com você
Ela é minha ilha da Fantasia
A mais avançada das terapias
Meu Playcenter
Ela é minha pista alucinada
A mais concorrida das baladas
Meu inferninho
Ela é meu esporte radical
Poderosa, viciante, mas não faz mal
Meu docinho
Ela é o que meu médico receitou
Rivaldo Maravilha mandando um gol
Minha chapação...
Galega
Nem dá pra dizer o que é estar com você
Princesa
Todo mundo vê que eu sou mais...
Mundo Livre S/A (Ouve aí!)

Pq essa música é uma delícia e tem cara de Domingo.
Beijão! Boa semana!

10 de maio de 2011

Saudades Distintas

Lá vem eu com a minha mania de contextualizar; Essa semana tá uma loucura, mas to bem, acho que vou sobreviver e sorrir, quando ela acabar. Neste momento eu estou exausta, mas já fazem uns dias que ando pensando sobre isso e hoje, vou tentar escrever o que tem passado pela minha cabecinha bagunçada.

Escrever sobre saudades nem sempre é fácil... mas vamos lá.
Ultimamente não tem sido fácil me concentrar aqui em casa (por vários motivos que não vêm ao caso agora), daí eu fico lembrando, pensando e sentindo muitas saudades, da tranquilidade que era viver lá na cidade fria (Curitiba), de como eu conseguia fazer tudo que me propunha sem maiores aperreios, lá até rolavam uns estresses com os pratos na pia, ou com as coisas fora do lugar, mas nada fora do normal, era coisa que logo se resolvia. E quando qualquer um dos moradores pedia silencio, ou privacidade, dificilmente esse era interrompido. Mas aí eu me lembro, que enquanto eu estava lá, eu sentia saudades daqui... É aí que eu quero chegar. Deu pra perceber como eu to falando de duas saudades diferentes? oO

Pois é...

Quando eu estava lá, eu tinha uma vida tranquila, sem aperreios, e tudo o que me atormentava era a falta "dos meus", era a saudade de um abraço amigo, de um almoço em família, de uma cerveja gelada ao cair da noite, de um programa sem combinações prévias com uma amiga...

Agora eu to sentindo muita saudade, do silencio do apartamento (mesmo com todos os moradores estando em casa), da padaria deliciosa que ficava na esquina de casa (e era 24h!), das tardes de ócio compartilhada com um filme e todos esparramados no chão da sala...

E também tem aquela saudade dos que estão longe de você, sabe? Saudade de uma grande amiga que ta do outro lado do mundo, saudades dos amigos e familiares que estão espalhados pelo mundo todo, e que só Deus sabe quando você os terá por perto.

Ah! E quase me esqueço da saudade do passado, da infância, aquela saudade de algo que você nunca mais vai ter novamente.

Como é que a gente faz com todas essas saudades?!

Eu tenho andado bem angustiada, por que parece que eu nunca vou tá satisfeita, aqui eu tenho coisas boas, pessoas lindas, tenho família, mas longe daqui eu tenho sucesso, sossego, estabilidade.

Eu só tento não deixar a saudade (de todos os tipos!) tomar conta de mim, ela "boa" em doses moderadas, pois nos faz pensar no caminho que estamos traçando, e por onde já passamos, mas se ela tomar conta, você corre o risco de deixar passar coisas, pessoas, e oportunidades que podem nunca mais voltar.

Acho que já escrevi demais. Preciso, realmente, ir dormir.
Boa noite, e tenham saudades com moderação. ;)



Ps.: Sim, essa sou eu! Quando eu nem sabia o que era saudade. =]

9 de maio de 2011

Quase Sem Querer

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso,
Só que agora é diferente:
Estou tão tranqüilo e tão contente.
Quantas chances desperdicei,
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém?!...
Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira,
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito;
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos!
Sei que, às vezes, uso
Palavras repetidas,
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto.
Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você.
Composição : Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Renato Rocha

Acho na voz dela mais doce... Ouve aí.

Boa noite. =*

30 de abril de 2011

Um Resumo

Passei uma semana esperando minha amiga (3ª autora) postar, e nada. Ela já me pediu desculpas, e as desculpas foram aceitas, em breve vocês a conhecerão e tudo se resolverá.
O fato é que, eu é quem preciso tomar vergonha na cara e criar uma rotina, mínima que seja, de posts, por que juro, idéias e assuntos não me faltam.
E justamente por esse volume de miudezas eu fico fervilhando sem saber direito o que devo comentar agora.

Mas vamos lá, hoje eu vou tentar fazer um resumo (jamais serei boa nisso, mas vou tentar!!) do que foi a minha semana, da quantidade de informações que absorvi, de emoções que vivi (que Roberto Carlos! xD), de conversas informais e nostálgicas...

De maneira geral foi uma semana bem positiva, produtiva, muito mais no sentido profissional da coisa. Essa semana eu fui a todas as aulas em que estou matriculada - eu faltei duas semanas seguidas de faculdade (=O), a 1ª por culpa de uma conjuntivite e a 2ª por uma pedrinha que apareceu em meu rin (¬¬'), mas já estou ótima, obrigada - e foi legal retomar o ritmo, reler e ler novos textos recomendados pelos meus queridos professores (sem sarcasmo!), debater, mesmo que às vezes com gente meio imbecil (prontofalei!), e aprender, assimilar e me indagar sobre várias questões relacionadas ao meu curso, a minha formação. No estágio, to bem feliz, estamos com uma equipe nova, com todo gás pra fazer acontecer, o ritmo ta ficando bem bacana. ÁH! E nessa semana eu aprendi (depois de 5 anos de faculdade) que, atestado médico não abona falta!! Nada abona falta na verdade! E isso quer dizer que euzinha não posso mais me ausentar NENHUM diazinho, por NADA nesse mundo, ou eu estarei reprovada. (Reflita.) o.O

Essa semana também, refiz percursos que há muito tempo não os fazia, participei de conversas gostosas e muuuito nostálgicas, compartilhei desejos com amigos queridos, e retracei algumas metas...
Mexer em coisas do passado sempre nos faz refletir né? ... Saudades, acho que é algo que sempre fará parte de mim (talvez de todos nós).

Mas assim como olhei pro passado e remexi numas coisas velhas, também pude enxergar um futuro menos embaçado, surgiram umas oportunidades que me entusiasmaram bastante, espero que tudo dê certo pra depois eu postar por aqui.

Acho que até me saí bem nesse "resumo". ;)

Antes de encerrar o post, queria dizer que fiquei surpresa com a quantidade de visitantes no ultimo post (vocês gostam de uma safadeza né? =P~), mas fiquei bem feliz também, espero que quem visitou curta o blog, e participe, mande email se não quiser comentar, só da uma curtida lá no face, assim eu tenho um retorno melhor, tá?

Nunca dediquei post, mas hoje vou dedicar esse à 4 pessoas lindas que comemoraram aniversário durante essa semana e que eu, por mil razões, não os parabenizei da maneira que merecem, o 1º é um primo-irmão lindo que sempre será uma das minhas melhores referências (Lipe); a 2ª é uma linda moça que acaba de debutar e que mesmo sem saber possui minha admiração, vejo muito de mim nela (Bia); o 3º é uma das pessoas que eu amo exageradamente, e que estou morrendo de saudades (pois não nos vemos à quase 2 anos!!) e extremamente ansiosa pelo seu retorno (Artur); e o 4º e não menos importante é um novo-velho-amigo que ganhei no ultimo carnaval e que torço muito pelo sucesso de suas escolhas, e acredito que tudo dará certo (André).

Pronto, agora mais de mim só num próximo post. =)
Beijos!! o/

30 de julho de 2010

(Im)Paciência

To gorda, chata, impaciente, anciosa, inquieta... Nada me satisfaz. A saudade de casa ta doendo.
E os amigos que fiz aqui são poucos...

E agora?

Vou contar uma historinha aqui:
"Quando eu era criança, tinha tipo uns 12/13 anos, aconteceu uma fatalidade no prédio que minha
madrinha morava (um menino se jogou do 15º andar). -Não eu não vou me jogar de lugar nenhum!-
ela morava no 5º, eu sei que foi uma coisa horrorosa (eu não estava lá quando isso aconteceu) minha madrinha conta que foi um barulho muito forte... enfim, vamos ao que eu quero contar de fato.
Depois desse ocorrido, minha madrinha juntou os sobrinhos e o filho (que é só um ano mais novo que eu) para conversarmos, e esclarecer pras crianças (nós!) porque que essas coisas acontecem. Ela usou uma ótima metáfora, ela disse mais ou menos assim:

-A nossa cabeça, os nossos sentimentos são como as coisas que a gente come. Quando a gente come alguma coisa ruim, que a gente não gosta, isso vira cocô e a gente tem que por pra fora, se não põe, a gente passa mal e fica com dor. Esse menino (o que se jogou lá), com certeza tinha muita coisa ruim dentro dele que ele não colocou pra fora, por isso ele "passou mal", ele devia estar com muita dor. Então, sempre que vocês (nós, crianças!) tiverem alguma coisa ruim dentro de vocês botem pra fora, façam esse cocô sair de alguma forma, não deixem que comece a doer, combinado?!-

Nossa, vou levar essa lição do cocô pro resto da minha vida!" =)

Hoje encaro esse blog, quase como um vaso sanitário, to fazendo meus cocôs aqui, pra ver se essas coisas param de ser tão indigestas.
Ainda to com um pouco de "azia e má digestão" mas fiquem tranquilhos, nada está doendo. É muito difícil eu deixar que as coisas cheguem ao estágio da dor.

Ps.: Lá no começo falei que aqui tenho poucos amigos, que fique claro que isso não significa que não são bons amigos, acho que é uma das melhores safras de amigos que eu já tive. ;)

7 de julho de 2010

(Re)Começo

Seguinte, vamo dá um desconto pra criatura aqui, afinal eu nunca fiz isso antes, e é tentando que a gente pega o jeito da coisa.

Esse texto que segue foi um texto que eu escrevi no fim de Novembro do ano passado, quando eu pretendia por esse blog no ar, mas foi tanta coisa no meu juízo que o texto ficou salvo no rascunho aqui e hoje quando eu fiz o primeiro post a minha angustia era tanta em por aquela agonia pra fora que eu nem li o que tava no rascunho. Agora a noite depois de conversar com algumas pessoas e de avaliar melhor as coisas, achei sensato tentar começar "do jeito certo". Esse é um pedacinho da minha história:

"Nunca pensei que um dia fosse postar algo na internet sobre o fim de um casamento de 24 anos, o casamento dos meus pais.
Pois é, quem diria que seria conselheira da minha própria mãe; "A sua vida não se resume a esse casamento!", "Agora, você tem que pensar só em você!", e etc. Pois é isso que tenho feito nesses ultimos dias, aconselhado minha mãe, com conselhos que uso pras amigas, que terminam namoros de poucos meses, sabe? Não existe uma receita para "como aconselhar mulheres em fim de relacionamentos", mas se existisse acho que seria a mesma receita, independente do tempo que durou aquele relacionamento. Ela ta superando, da forma dela, mas tá.
Do outro lado tem o meu pai. É foda falar desse homem, amo-o mais do que a mim mesma, nunca tive duvidas disso, sei o quanto tem sido dificil pra ele (mesmo que a decisão tenha partido dele), foi ele quem saiu de casa, perdeu o contato diário com as filhas, com a tv, com a sua cabeceira... É sempre muito dificil se adaptar a mudanças.
E eu? Ah, eu to bem... não sou mais criança, sei que essa é a melhor decisão, por mais que haja sofrimento, ele é inevitável nessas situações.
Faltando pouco mais de um mês pro fim do ano, eu tenho que aprender a ter uma rotina de pais separados, 1º natal de pais separados, 1º ano novo de pais separados... Faltou eu contar um detalhe importante, em janeiro eu me mudo pra uma cidade que fica a aproximadamente 3000km de distancia dessa rebordosa (ouvi muito essa palavra nesses dias, gostei dela), to indo estudar em outra instituição por um ano, mas isso é assunto pra outros posts"

Pois é, isso passou, já estamos em julho. Não, meus pais não voltaram, continuam separadinhos da silva, cada um no seu canto, tocando sua vida. Eu estou aqui nessa cidade distante, citada no texto, longe da minha familia, dos meus amigos, dos meus costumes, dos meus lugares... Eu não estive lá nesses 6 meses.
Recebi algumas visitas bem especiais, enfim, tô tocando o barco, vivendo coisas que não pensava que fosse viver, aprendendo coisas incríveis e errando, por que a gente também tem que errar.

Acho que agora eu to fazendo do jeito certo né?! Contextualizando pra poder descontextualizar. (Gostei disso!) Mais pra frente vai dar pra entender um pouco mais das coisas. Ou não.

Ps.: Não vou apagar o 1º post (o da sogra lá) por que faz parte de um desabafo, de algo que anda me aperriando mesmo. Mas quem lê faz de conta que esse é o 1º, blz?

Gripei! :/

Despertei me percebendo, olhando para o que estou sentindo e para a forma que experimento o que estou sentindo... (aff! Cabeçuda demais! Sim...